quinta-feira, 19 de abril de 2012





Canção ao Rio de Janeiro



Ai Rio de Janeiro...
Tu me chamas!
Tu estás em mim.
Tuas canções de Holanda fazem de mim mulher selvagem.
Transbordando de rodas vivas em meu coração.
Rodas gigantes e moinhos de diamantes...
...brilhos, brilhos, muitos brilhos...
no toque do meu coração.

Rodam os moinhos e as rodas gigantes no tom do meu coração.

Ai Rio de Janeiro. Eu vou voltar. Vou te encontrar, na mesa de um bar, eu vou te encontrar.

Não custa sonhar.



quarta-feira, 18 de abril de 2012



GRÁVIDA DE POESIA........



quinta-feira, 12 de abril de 2012


É mergulhando no universo do discurso que compreendemos todos os papéis dos atores sociais e como nós construímos nosso próprio mundo.


quarta-feira, 11 de abril de 2012






SENTIMENTO QUE NÃO CALA


Deixa eu sentir esse sentimento louco que me invade 
 que me percorre a alma 
que me alimenta e acalma.

Um sentimento puro
que cala
onde os olhos dele me instaura
aquele grande amor.

Amor que é assim,
que todo mundo sente,
mas não vê.

Que as vezes sente,
mas não quer ver.

Ou que as vezes vê 
mas não sente.

Amor.

Quero amar...
Um coração puro,
que me ame,
que me ame,
  que me ame...

Sem apego ao físico,
nem dependência desse amor.

Quero ter o prazer 
de ter você de novo. 


segunda-feira, 2 de abril de 2012



Por quê?
 
por quê esse silêncio?

por quê essa falta?

Por quê tu me assaltas?

Por quê eu me entrego?

Por quê eu trafego?

Por quê?

Por quê deixar?

Por quê deixar passar?

Por quê existe o mar?

Por quê existe o amor?

Se não for pra amar...



quinta-feira, 29 de março de 2012




PEDAÇOS DE MIM.

Porque as pessoas não querem ver o lado negro, obscuro, o que não está aparente no outro?
Porque o meu escudo se torna a minha rocha, a minha fantasia?
Que ninguém me veria quando mais me exaltaria? Quando mais em mim doía?
Eu abro as feridas dos outros através dos meus próprios olhos, através dos teus próprios olhos.
Sou parte de um mim que existe em você. Vontade de renascer. Isso é constante. É toda hora, nem dá pra contabilizar. Quando penso, já sou, já fui, já voltei. Já nasci de novo. A minha guia um dia me dizia: você está numa crise criativa!
Isso desde então me soou poético e desde agora me coloco a expulsar todos os sentimentos que outro dia puderam estar oprimidos ou reprimidos por isso ou por aquilo outro.
E por quê? E para quê?
Tudo isso porque me amo, porque te amo um tanto quanto me amo e quero refletir esse amor em você, que é um conto do infinito ou um beijo do que há escondido.

...

Beijar alguém é como relacionar o que há de novo com o que há de velho. É como esparramar futuros desejos que nem sabemos de onde vêem, se vão ser realizados ou até mesmo continuar a serem desejados.

... 

Um perfume, um raio, um brilho de uma flor, um deus escondido com medo da dor. Todo anjo tem um carinho, um aconchego que transformado em som, cor, forma, ou desejo aliviam a dor.

...

Um anjo, um homem, um deus, seja lá quem somos nós, não podemos amar? Não podemos chorar e abrir as fronteiras do entardecer da vida refletindo as águas do amanhecer?

...

O desejo do amanhecer, só sinto no entardecer.
Como faço então para florescer?

...

Nasço, morro e renasço a cada dia.
E transformo a luz do perfume do sol de cada dia.



Rebecca Espínola.

quarta-feira, 28 de março de 2012




O AMARGO VENENO DO ESCORPIÃO

Ele sufoca, porque não sabe amar.
Ele ignora, para se esquivar.
Ele alimenta, para poder matar.
Mas ele explode para se libertar.
Ele apavora, por não se machucar.
Mas ignora, porque não sabe amar.
Amar na linha, amar nos trilhos,
traçando as linhas dos trilhos da vida.